Para evitar novos contratos emergenciais a partir de 2013, as secretarias de Gestão e Educação começaram, na semana passada, a preparar a licitação da mão de obra da merenda, cujo teto deve ser de aproximadamente R$ 15 milhões, conforme planilhas preliminares elaboradas pela Educação. O valor é bem maior do que o atual contrato emergencial, que soma pouco mais de R$ 5 milhões por seis meses. ''Houve convenção coletiva e aumento dos salários, além de aumento do número de postos de trabalho, mas não sei, ainda, precisar os percentuais'', disse Novaes.
Segundo o secretário, a ideia é lançar o edital da licitação - por meio de pregão presencial - este mês e efetivar a contratação até o final do ano para não haver atrasos no próximo período letivo. Porém, mesmo com o processo tramitando ''com prioridade'', o secretário acredita que será necessário um novo contrato emergencial, talvez com duração de um mês. ''O contrato com a Denjud vence no final de novembro e poderá ser necessário um novo contrato para as aulas que ocorrerem no começo de dezembro. Mas isto será avaliado.'' O contrato com a Denjud não pode ser prorrogado. (L.C.)

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