Testemunha depõe na CPI do Narco
A testemunha da CPI do Narcotráfico, que utiliza o nome fictício de Laércio da Cunha, chega hoje a São Paulo, sob proteção da Polícia Federal, para identificar pessoas e policiais envolvidos em corrupção, além de apontar os locais nos quais atuavam os criminosos.
O relator da CPI, deputado Celso Russomano (PPB-SP), afirmou que Cunha decidiu entregar-se à comissão porque foi ‘‘jurado de morte’’ por policiais do Departamento de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (Depatri). Os nomes não foram revelados.
A corregedoria da Polícia Civil identificou mais um policial denunciado à CPI: o carceiro do 63 º Distrito Policial,Laurindo Marques. Também foi ouvido o investigador Marcelo Fernandes de Andrade.

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