Brasília - Depois que rarearam os telefonemas para Kalid e Bicalho, as ligações passaram a se concentrar em Paulo Roberto Grapiúna Lima, outro dos doleiros presos na Operação Farol na Colina. Num espaço de dois anos, ele trocou pelo menos 59 ligações com números da SMPB e de Paz. Somente em 2003, já com o PT no Planalto, ele recebeu pelo menos 39 ligações do sócio de Valério, sempre de celular para celular. As conversas somaram uma hora.
Naquele ano, os telefonemas concentraram-se entre abril e maio. Dois anos antes, em 2001, ele já havia trocado pelo menos 20 telefonemas com Paz e números fixos SMPB. Naquele ano, as conversas ocorreram entre outubro e novembro.(D.E. e M.M./AE)

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