Brasília - O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) poupou o senador Efraim Morais (DEM-PB) de dar explicações sobre o pagamento irregular de horas extras para servidores do Senado.
Conforme a Folha de S.Paulo revelou ontem, auditoria na folha de pagamento da instituição apontou que foi ''totalmente irregular'' a autorização dada por ele de pagamento de hora extra para 3.883 servidores em pleno recesso de janeiro, o que custou R$ 6,2 milhões aos cofres públicos.
Os ministros seguiram o relator do caso, Raimundo Carreiro, que decidiu cobrar explicações de apenas quatro servidores que em comum têm o fato de já terem deixado cargos de direção na Casa.

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