O Tribunal de Contas da União (TCU) decretou ontem a indisponibilidade dos bens de sete envolvidos no desvio de R$ 196,7 milhões das obras do TRT de São Paulo. Além dos ex-presidentes do Fórum, os juízes Nicolau dos Santos Neto e Délvio Bufulin, estão com os bens bloqueados o ex-senador Luiz Estevão e os construtores Fábio Monteiro de Barros e José Eduardo Corrêa Teixeira Ferraz, da Construtora Incal, além dos engenheiros Antônio Carlos da Gama e Silva e Gilberto Morand Paixão, que assinaram laudos da obra.
A indisponibilidade vale ainda para todos os bens do Grupo OK Construções e Incorporações, de Estevão, e da Incal Incorporações SA, de Fábio Monteiro de Barros, empresa responsável pela obra inacabada do Fórum. Os ministros do TCU acataram requerimento do procurador-geral do Ministério Público junto ao tribunal, Lucas Rocha Furtado, que considerou os sete como principais responsáveis pelos desvios das verbas públicas. A Justiça já havia bloqueado os bens dos envolvidos.

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