Suspeitos negam crimes
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segunda-feira, 30 de março de 2015
Loriane Comeli e Luís Fernando Wiltemburg<br> Reportagem Local 
Os réus negam envolvimento na fraude. O advogado de Ieger, Mauro Martins, voltou a afirmar que seu cliente é, de fato, o dono da Providence e não "um laranja" atuando em nome de Abi, conforme sustenta o Gaeco. "Ele é sim, de fato, o dono da oficina, e está trabalhando." Martins acrescentou que até agora o Estado não teria feito nenhum pagamento referente ao contrato emergencial, embora a oficina tenha feito reparos em veículos no montante estimado de R$ 300 mil. Quando à participação na fraude, o advogado disse que ainda não leu a denúncia.
O advogado de Lucca, Elizandro Pellin, disse que o caso de seu cliente também advogado "é uma clara confusão entre o exercício regular da profissão de advogado com um fato delituoso". "Isso deve ser provado no processo e meu cliente certamente será absolvido."
O advogado de Midauar, Maurício Carneiro, negou que seu cliente tenha intermediado a negociação entre o Deto e Ieger e classificou a denúncia como uma "criação fática". "Como ele tem experiência em administração, pode ter dado auxílio na documentação. Mas não há participação em processo ilícito, o que será provado no decorrer do processo", afirmou.
O advogado Gabriel Martin, que defende Tsuneda, também negou qualquer participação delituosa de seu cliente, mas evitou detalhes afirmando também que não leu a denúncia.
Os advogados de Abi, Luiz Carlos Mendes, e de Delicato, Bruno Vianna, alegaram não ter tido acesso à denúncia e evitaram fazer qualquer declaração. O advogado de Batista não foi localizado ontem.


