Polícia Federal de Pará, Tocantins, Maranhão e Mato Grosso, comissões de sindicância e Ministério Público Federal (MPF) já indiciaram em inquéritos cerca de 150 servidores da extinta Sudam. Eles são acusados de envolvimento em fraudes no órgão. O total dos arrolados nesses Estados é quase um terço do total de 503 funcionários lotados nos escritórios da Amazônia. As investigações sobre recebimento de propina para agilizar processos, laudos de vistorias que nunca aconteceram e concessão de facilidades no trâmite de documentos falsos podem, no caso de condenação, provocar a demissão de 50 servidores. Mais de 70% dos envolvidos trabalham no Departamento de Administração e Incentivos.

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