Além da necessidade de manutenção da ordem pública e conveniência da instrução penal, o Gaeco também argumentou como motivo para pedir a prisão das 20 pessoas na operação Publicano o fato de que um agente do grupo foi vítima de tentativa de suborno por parte de envolvidos. O promotor Cláudio Esteves não detalhou o fato, mas disse que os corruptores ofereceram dinheiro ao agente, cuja identidade e função também não foram divulgadas. O Gaeco é composto por policiais civis, militares e promotores.
"No curso das investigações, houve uma situação clara de pessoas que ofereceram vantagem para obter informações concernentes à atuação do Gaeco. Foi um dos fatores que levou à decretação de parte dessas prisões", afirmou o promotor. "É uma das situações mais ousadas que já tivemos numa investigação. Nos preocupou sobremaneira, causou profunda indignação." (L.C.)

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