Brasília - Passados três anos, os ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) escolheram os nomes dos advogados que disputarão as três vagas abertas na Corte. A escolha pôs fim à crise entre a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o STJ, aberta em 2008, quando o tribunal negou-se a escolher os advogados indicados pela entidade. Desde então, as vagas destinadas aos advogados não eram preenchidas. E o tribunal funcionava desfalcado.
Para a primeira das três vagas, aberta com a aposentadoria de Pádua Ribeiro em setembro de 2007, os ministros do STJ escolheram os advogados Antonio Carlos Ferreira (SP), Carlos Alberto Menezes (SE) e Ovídio Martins de Araújo (GO). Para a segunda vaga, do ministro aposentado Humberto Gomes de Barros, foram escolhidos os nomes de Rodrigo Lins e Silva (RJ), Alde da Costa Santos (DF). Para a terceira vaga, decorrente da aposentadoria do ministro Nilson Naves, foram escolhidos Ricardo Villas Bôas Cueva (SP), Reynaldo Andrade da Silveira (PA) e Mário Roberto Pereira de Araújo (PI).
As três listas serão encaminhadas para a presidente Dilma Rousseff, a quem caberá escolher os novos ministros. Com o tribunal desfalcado, a presidência do STJ vinha convocando desembargadores para completar temporariamente a Corte, prática criticada entre advogados e entre os próprios ministros.

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