O presidente do Banestado, Reinhold Stephanes, disse ontem, em Maringá, que existem duas possibilidades para o furo no bloqueio da conta do ex-presidente do Comurb e ex-auditor da Prefeitura de Londrina, Kakunen Kyosen. Primeiro por questão ‘‘operacional’’, que seria a ausência do gerente na agência. ‘‘O gerente poderia estar realizando um serviço externo e não teve como evitar o problema’’, explicou. A segunda hipótese é da ajuda de funcionário. ‘‘A pessoa que sacou pode ter recebido informações sobre o bloqueio’’, disse.
Stephanes disse que, em qualquer das hipóteses, se houver o envolvimento intencional de funcionários, as autoridades serão avisadas e o banco vai tomar as providências internas, que ele não detalhou.
O presidente do Banestado confirmou que até o início da próxima semana, o banco pretende divulgar o resultado da auditoria que está apurando o furo no bloqueio. Kakunen teria sacado R$ 96 mil em sua conta pessoal no Banestado e que está bloqueada por ordem judicial. ‘‘Dois auditores estão levantando o que ocorreu.’’ (M.Z.)

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