O candidato ao governo do Estado pelo PV, Paulo Salamuni, criticou ontem em Londrina as incoerências das coligações que sustentam as candidaturas de seus adversários. Ele participou de uma reunião com o presidente do partido, Marcos Colli, a candidata a vice-governadora Flavia Romagnoli e demais candidatos a deputado estadual e federal da região para discutir as estratégias de campanha do partido na cidade.
''São alianças ocasionais, de interesses pessoais que vão refletir no governo. Nós somos o único partido diferente nessas eleições. Montamos uma chapa completa sozinhos, com número grande de mulheres participantes. Na questão do Código Florestal, por exemplo, o PV se posicionou contra. Ninguém mais se manifestou. Fomos o único partido que pediu a cassação do presidente e do secretário da Assembleia Legislativa. Onde estavam os outros concorrentes quando esse escândalo aconteceu?'', questiona.
O candidato ressaltou que, apesar das pesquisas o apontarem com 1% das intenções de voto, o partido está animado com as eleições. ''Esse dado não me abate de forma nenhuma. Para mim, esse 1% vira 1.000%, porque somos um partido pequeno e começamos há três meses nossa campanha. Esse resultado pode se reverter'', comenta.
Em relação às propostas de governo, Salamuni explica que além das questões ambientais, vai trabalhar com a melhoria na educação e segurança. ''Na área da educação, queremos resgatar a alegria de aprender e o prazer de ensinar. Segurança pública também é uma área que deve ser trabalhada, precisa ter equipamentos tecnológicos para se antecipar aos crimes, e não correr atrás depois que já aconteceram.''

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