SindiCerv vai colaborar com Prefeitura para combater abusos nas ruas de Londrina
PUBLICAÇÃO
domingo, 03 de dezembro de 2017
Reportagem Local 
Em reunião com o prefeito Marcelo Belinati, o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (SindiCerv) manifestou seu apoio às ações tomadas pela Prefeitura para coibir os abusos que têm ocorrido na Av. Higienópolis e se comprometeu a encaminhar sugestões para melhorar o Projeto de Lei que pretende proibir o consumo de bebidas alcóolicas nas ruas.
A proposta, a ser enviada em 20 dias, tratará dos problemas que de fato têm ocorrido na região, como pessoas urinando nas casas da vizinhança, carros com som alto durante a madrugada e o excesso de lixo nas vias.

"Temos que separar o joio do trigo. Proibir que pessoas bebam nas ruas é inconstitucional e cria um estigma negativo para o cidadão de bem que só quer tomar uma cerveja na frente de sua casa. Nós precisamos sim coibir o consumo indevido do álcool associado à direção, por menores de 18 anos, ou em excesso e também a ação daqueles que não respeitam regras mínimas de urbanidade", afirma o diretor do SindiCerv, Disraelli Galvão.
A entidade também pretende colaborar com a implementação de uma força tarefa para fiscalizar posturas urbanas, a ser criada em parceria com os órgãos de fiscalização ambiental, a Guarda Civil, a Polícia Militar e a Secretaria da Fazenda, que contribuirá para tornar efetiva a legislação já existente em Londrina e assim reprimir as condutas que têm incomodado os londrinenses.
Por fim, o SindiCerv agradece ao Prefeito e à Câmara Municipal de Londrina, que, cumprindo seu mandato de forma democrática, têm aberto canal de diálogo em busca do melhor para a cidade.
A Abrabar (Associação de Bares e Casas Noturnas) também pretende encaminhar sugestões ao projeto de lei. Já a Abrasel, Associação de Bares e Restaurantes de Londrina manifestou apoio total ao texto original do projeto de Belinati. A Associação dos moradores do Jardim Higienópolis também é favorável a medida adotada pelo Executivo. O prefeito disse à FOLHA que "não mudaria uma vírgula" o projeto de lei.


