A representante dos servidores, Ana Pagamunici, fez uma leitura dos acontecimentos de ontem de forma oposta à da Prefeitura. Ela disse que as agressões foram praticadas contra os servidores e acusou a administração de não negociar quais serviços e especialidades médicas devem permanecer em funcionamento.
''Fizemos uma assembléia e definimos os 30% da saúde que vão continuar trabalhando, o resto pára a partir de amanhã (hoje). Até o momento a prefeitura não nos chamou para negociar e houve agressões a servidores'', acusou a presidente do Sismmar. ''Uma pessoa provavelmente instrumentalizada para isso jogou uma moto em cima dos servidores na entrada da prefeitura. Cinco pessoas ficaram machucadas. A gente não conhece o agressor mas prestamos queixa na delegacia.''
Na avaliação do Sismmar, a greve já atingiu 50% da Secretaria de Educação, praticamente 100% dos serviços de obras e trânsito, e paralisou o Paço Municipal onde funciona a maior parte das outras secretarias. (F.C.)

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