Sindicalistas estimam pouca adesão ao PDV
Agência Estado
Do Rio de Janeiro
O governo federal encerrou ontem o prazo para adesão de servidores federais ao Programa de Desligamento Voluntário (PDV). O balanço oficial do programa só sairá na segunda-feira, mas a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condisef) estima que a adesão deverá ser menor do que a registrada no primeiro PDV, em 1996. Naquele ano, 10.731 servidores federais inscreveram-se no programa para deixar o emprego público e receber indenização.
Esse PDV é uma caixa de ilusão; quem aderiu, entrou numa cilada, criticou o secretário-geral do Condisef, Pedro Armengol. A entidade realizou uma campanha nacional contra o Programa de Demissão Voluntária. Foram veiculados anúncios em rádio, outdoors e jornais dos sindicatos de servidores ligados à entidade.
Quem aderiu ao PDV teve direito a indenização de 1,25 salário por ano trabalhado no serviço público; pagamento integral dos 28,86% índice de aumento concedido aos militares em 1993 e que vem sendo estendido aos demais servidores da União e uma linha de crédito do Banco do Brasil (BB) de até R$ 30 mil para se começar um negócio.





