Sindicalista diz que só negociação encerra ocupação
A presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Maringá (Sismmar), Ana Pagamunici, discordou das declarações do prefeito Ricardo Barros (PP). ''Sempre fomos um movimento legítimo. O problema é que o prefeito não reconhece o sindicato como representante da categoria'', argumentou. Segundo ela, o grupo composto somente por servidores teria sido agredido ao entrar no prédio da prefeitura para um ato pacífico. ''Entramos para fazer um ato simbólico mas fomos agredimos pela vigilância da prefeitura e permaneceremos aqui para esperar o prefeito, para que ele negocie, apresente uma proposta. Estamos aqui em cerca de 1,5 mil servidores e eles têm tudo identificado. O prefeito está dizendo isso (que não-servidores teriam participado da invasão) para descaracterizar o movimento'', disse, prometendo permanecer do prédio.
A sindicalista ainda afirmou que o ato de ontem teria sido motivado pela retirada da contra proposta do prefeito de reposição de 4,5% referente às perdas do ano de 2005, na reunião de terça-feira. ''O que a gente teria acordado é que teríamos os 4,5% perdas de 2005 e o prefeito retirou a propsota e propôs 0,39%. O prefeito rompeu o acordo'', afirmou. (C.O.)





