Siglas pequenas recebem quantia mínima do Fundo
Curitiba Se mesmo os partidos que recebem uma porcentagem razoável do Fundo Partidário reclamam da escassez de recursos, alguns nem dão importância para a verba repassada. Siglas com pouca ou nenhuma representação na Câmara dos Deputados recebem apenas uma quantia mínima da União: 1% de todo o dinheiro destinado ao fundo é dividido igualitariamente entre todas as siglas registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Em alguns casos o dinheiro é tão curto que nem chega a ser repassado para os diretórios estaduais. É o caso do PPS, que recebeu em 2002 apenas R$ 15,2 mil da União. ''O dinheiro acaba sendo usado para a manutenção da sede nacional. A gente se mantém no Paraná com a ajuda dos filiados. Na nossa campanha, por exemplo, cada candidato teve que pagar o custo da convenção estadual e dos programas de TV produzidos'', explica o secretário da executiva do PPS no Paraná, Hélio Wirbiski.
Alguns partidos recebem ainda menos do que o 1% garantido por lei, por terem infringido a lei eleitoral ou não terem apresentado o balanço das contas do fundo no prazo correto. O PAN, por exemplo, recebeu apenas R$ 1,2 mil do Fundo Partidário neste ano.





