Setor já foi alvo de críticas
Brasília Muito criticada por especialistas em segurança alimentar como o bispo de Nova Iguaçu, dom Mauro Morelli, e a médica Zilda Arns, da Pastoral da Criança, a área social dispôs de R$ 4,99 bilhões no primeiro ano de governo de Luiz Inácio Lula da Silva, mas só gastou R$ 3,97 bilhões. A maior dotação foi a do subprograma ''Toda criança na escola'', que teve verba autorizada de R$ 2,29 bilhões e usou R$ 2,23 bilhões.
O programa Fome Zero foi a principal vitrine do governo petista e também o mais atacado por dom Mauro e Zilda Arns. Os dois o qualificaram de assistencialista. A princípio, o programa derrapou muito. Havia interessados do País e do exterior em fazer doações em dinheiro, mas o programa não tinha conta bancária. Diante das críticas, o Fome Zero abriu às pressas uma conta no Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal. O ano de 2003 encerrou-se com doações de R$ 7,3 milhões.
No primeiro ano de governo o Fome Zero foi composto por um conjunto de ações que incluíram a merenda escolar e o programa de aquisição de alimentos da agricultura familiar.





