Servidores protestam por vale-refeição
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quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Edson Ferreira<br> Reportagem Local 
Depois da paralisação de ontem, organizada pelo Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá (Sismmar), os trabalhadores deixaram a Câmara de Vereadores, por volta das 18 horas, com a promessa da direção da Casa de que serão feitos estudos para a destinação de R$ 32 milhões para a criação do vale-refeição. O ato reuniu, segundo os organizadores, cerca de 2 mil trabalhadores, principalmente da Educação.
Para a presidente do Sismmar, Iraídes Batistone, "desta vez não haverá contestação do prefeito (Carlos Pupin, PP)". Ela se referiu ao projeto de lei aprovado esse ano na Câmara e barrado pelo Executivo, por vício de iniciativa, pois os parlamentares não podem criar despesas à prefeitura sem a indicação da fonte dos recursos. "Naquele caso, já sabíamos que não daria certo, mas, desta vez, tivemos a palavra dos vereadores de que vão apontar as fontes de onde sairá o dinheiro para o vale-refeição." A reportagem não conseguiu falar com o presidente da Casa, Ulisses Maia (PP).
A assessoria de comunicação da Prefeitura de Maringá informou em nota que "eventual concessão de vales-refeição na forma aprovada pela Câmara Municipal para os 10.779 servidores implicaria no valor nominal anual de R$ 32.945.050,00". Se o benefício fosse concedido esse ano, diz a nota, "obrigaria o município a reduzir despesas de custeio para a manutenção de serviços essenciais à comunidade".


