Brasília - Mal venceram a etapa de votação das Medidas Provisórias (MPs) das carreiras especiais do funcionalismo público, e os líderes petistas na Câmara já estão sofrendo pressão de um batalhão mais pesado dos servidores públicos que pedem reajuste salarial de 25% em 2003. A proposta faz parte de uma pauta de reivindicações que representantes dos funcionários e professores de universidades, da Previdência e de outras federações ligadas à CUT entregaram semana passada aos deputados do PT.
No texto aprovado em uma plenária nacional dos servidores públicos, os sindicalistas também rejeitam o pacto social proposta pelo presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, e reclamam mudanças no Orçamento para atender a acordos salariais que não teriam sido cumpridos pelo atual governo. A demanda de recursos orçamentários para esses setores, segundo algumas estimativas, pode chegar a R$ 3 bilhões por ano.

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