Curitiba - Os servidores públicos estaduais entram em férias coletivas a partir de segunda-feira, devendo retornar ao serviço no dia 5 de janeiro de 2004. A medida não vai atingir os serviços públicos como segurança e saúde, que continuarão funcionando normalmente. O decreto assinado pelo governador Roberto Requião (PMDB) não é extensivo a todo o funcionalismo. Ele faculta aos secretários de Estado a manutenção de departamentos em funcionamento, informou o secretário de Estado da Administração, Reinhold Stephanes.
Dos 112 mil servidores que estão em órgãos executivos, cerca de 70% devem entrar em recesso, calculou Stephanes. O período de 14 dias deverá ser compensado à frente quando os funcionários fizerem o pedido normal de férias. O objetivo é dar mais eficiência ao governo.
Segundo Stephanes, o funcionalismo entra em férias coletivas num período que os serviços públicos têm pouca demanda por parte da sociedade, que está comemorando as festas de final de ano. Ao mesmo tempo o governo aproveita para fazer economia com gastos de tarifas de água, luz e telefone. Em meados de janeiro, quando a sociedade começa a procurar mais os órgãos públicos o funcionário não estará em férias e sim no posto de trabalho, disse.
Cada secretaria deverá decidir qual órgão deve manter em funcionamento. Stephanes acredita que os departamentos ligados à área contábil e financeira, que devem apresentar balanços no final de ano e departamentos de fiscalização não devem aderir ao recesso.

mockup