O relatório elaborado pela auditoria do município revela que um servidor ligado à diretoria da Fundação de Esportes de Londrina (FEL), cujo presidente era o engenheiro Marcelo Paulino de Oliveira, teria alertado sobre os perigos desses procedimentos ilegais.
No documento, o servidor o nome vem sendo mantido em sigilo a pedido do auditor declarou ''ter alertado a diretoria de que a emissão de cheque para a Agenlon sem amparo legal e ordem de pagamento seria procedimento irregular. Mesmo cientes da responsabilidades determinaram a emissão do cheque (R$ 22,5 mil) bem como o repasse à entidade''. O documento relata ainda que a diretoria da FEL teria feito uma proposta ao servidor para que ele assumisse a falha assinando um documento.
Em dezembro de 2001, a diretoria da FEL tentou regularizar o pagamento ocorrido em outubro. Segundo o relatório, a auditoria orientou os dirigentes a devolver os recursos ao cofre do município.
Segundo o auditor Osvaldo de Lima, a entidade deverá responder ainda por desvio de finalidade. A auditoria constatou que uma pequena parte dos R$ 22,5 mil foram utilizados para comprar bebidas alcoólicas, como cerveja e vinho. '' Os valores são pequenos, mas estamos reprovando a má utilização desse dinheiro'', disse. (G.G)

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