Curitiba - Ao defender um acordo com o PMDB e mesmo com o PSDB, que faz parte da base aliada a Lerner, Osmar Dias não exclui outro partido com boa densidade eleitoral no Estado, o PT. Mas, segundo ele, uma aliança com o Partido dos Trabalhadores fica mais difícil porque a sigla já decidiu que terá candidato próprio ao governo.
Osmar também não esconde a mágoa por ter seu ingresso no partido barrado por lideranças regionais. ‘‘Quando já estava configurada minha saída do PSDB, fui procurado pelo Lula e pelo José Dirceu (presidente da sigla), para que eu ingressasse no partido, mas a ala radical do PT no Paraná, não permitiu que nossas conversas prosseguissem’’, afirmou.
Ele não descarta, no entanto, a possibilidade de acordo e diz que o PT é um partido com qual tem interesse em negociar. ‘‘Se a oposição tiver inteligência vai reunir suas forças para disputar e ganhar as eleições no dia 3 de outubro’’, finalizou. (R.H.)

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