Os senadores rejeitaram ontem um projeto de lei complementar que impediria o registro como suplente de cônjuges e de parentes até segundo grau de candidatos a senador. De autoria da senadora Marina Silva (PT-AC), a proposta precisava de 41 votos para ser aprovada, mas foi apoiada por apenas 38 dos 81 senadores. O líder do governo, Artur da Távola (PSDB-RJ), e a oposição defenderam a proibição, alegando que a prática de incluir parentes nas chapas eleitorais impede o ''arejamento'' da atividade política.

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