Curitiba Todos os secretários finalizaram os diagnósticos de suas pastas, encomendados por Requião. As informações foram repassadas ontem pela secretária de Estado do Planejamento, Eleonora Fruet, que centraliza o recebimento de dados. As informações, levantadas por 24 órgãos do primeiro escalão, serão analisadas e farão parte de um raio-x da administração. Nos relatórios, Requião solicitou uma lista com os cinco principais pontos fortes e fracos de cada pasta, bem como uma relação de projetos prioritários.
''O mês de janeiro foi de diagnóstico, e fevereiro está sendo de consolidação'', explicou a secretária. O governo vai traçar suas prioridades a partir do diagnóstico fornecido pelas pastas, completou Eleonora.
Reinhold Stephanes, da Administração, adiantou que os técnicos de sua pasta iniciaram estudos de viabilidade e custos para a implantação de um novo sistema de atendimento à sa© úde. Esse processo deve levar um ano. Enquanto isso, os servidores continuam sendo atendidos pelo Serviço de Atendimento à Saúde do Servidor (SAS), criado pelo governo anterior.
Já o secretário de Estado da Saúde, Cláudio Murilo Xavier, disse que vai precisar de mais recursos, tanto do Estado quando do governo federal, para concretizar os objetivos da área. Segundo ele, ao analisar a administração anterior, sua equipe concluiu que a pasta tem empenhados cerca de R$ 8 milhões. ''Todos os meses fecharemos com um negativo de R$ 2 milhões se não conseguirmos mais dinheiro.'' A previsão de investimentos da Saúde este ano é de R$ 36 milhões. (M.D.)

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