O secretário da Fazenda, Jair Gravena, enviou ofício ao Ministério Público no último dia 12, para responder a questões sobre a aplicação do dinheiro arrecadado com a venda das ações da Sercomtel. Os promotores queriam saber o motivo da presença de nomes de servidores municipais e Associações de Pais e Mestres (APMs) na lista de pagamentos liberados pelo Conselho de Gestão Financeira (Cogefi) – fundo para gerir os recuros da venda das ações.
Gravena alegou que a resposta das indagações estava na cópia das duas primeiras atas do Cogefi. A primeira ata, no entanto, listava apenas alguns gastos liberados pelo fundo, como R$ 1 milhão para reurbanização da Avenida Maringá e R$ 1,7 milhão para aquisição de equipamentos de sinalização das vias urbanas. Na segunda ata também não especificava nada sobre servidores municipais ou APMs. Sem citar valores, autorizava projetos como ‘‘implementação de projetos que visem a mitigar as carências sociais’’.

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