O aditivo, investigado pelo Ministério Público, reajustou o contrato com a Proguarda elevando os custos de 95 postos de trabalho em razão do suposto aumento de fluxo no gabinete do prefeito, que foi ampliado; da transferência da Secretaria da Mulher para o prédio da Prefeitura; e da implantação da escola em tempo integral em 22 unidades de Londrina.
No entanto, documento entregue à Promotoria pela gerente de educação integral da Secretaria de Educação, Luciana Adário Brandão, revela que somente duas escolas tiveram o período ampliado em 2010, sendo que em uma delas, o contraturno já ocorria em janeiro, antes, portanto do contrato com a Proguarda.
A primeira fiscal do contrato, Sônia Aparecido, também declarou à Promotoria que o local onde foi instalada a Secretaria da Mulher já era ocupado anteriormente e, portanto, ''apenas trocava-se a estrutura'', sem aumento do fluxo de pessoal. Quanto à ampliação do gabinete, tal fato ocorreu em janeiro, também antes do contrato com a empresa. O secretário Marco Cito negou que tais mudanças tenham sido feitas anteriomente ao contrato, mas não estabeleceu as datas em que ocorreram. (L.C.)

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