O secretário de Fazenda de Londrina, Paulo Bernardo, adiantou ontem que a prefeitura terá de reavaliar sua programação financeira em razão da nova interpretação da LRF. Ele considera que o Tribunal de Contas vai exigir que o cálculo de gastos com pessoal não inclua a contribuição dos servidores e do município ao plano de previdência da Caapsml, o que presenta R$ 18 milhões.
Segundo Paulo Bernardo, o TC deverá manter as receitas da Caapsml, em torno de R$ 20 milhões ao ano. Com isso seria possível permanecer com um gasto de pessoal em torno de 60%, mas seria necessário rever os investimentos.
Enquanto não houver um acordo sobre o impasse, o município vai seguir as instruções do TC. Na sexta-feira a prefeitura terá de prestar contas à Câmara, como manda a LRF. O relatório também vai ser encaminhado ao TC. (L.R.)

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