Sugeriria ampliar o orçamento do município destinado aos projetos sociais voltados aos deficientes físicos, especialmente os de inclusão no esporte. A prática do esporte adaptado é sinônimo de qualidade de vida, saúde, auto-estima, competitividade e inclusão social para as pessoas com necessidades especiais.
  Nossas universidades, escolas, ginásios, centros poliesportivos, praças e outras edificações não estão preparados para atender aos deficientes. A palavra hoje é ‘‘acessibilidade’’, precisamos adaptar e reestruturar esses locais.
  Para possibilitar a prática das modalidades esportivas a essas pessoas, defenderia adaptações que são necessárias, tais como: rampas de acesso aos locais de treinamento; banheiros adaptados; corrimãos nas piscinas e água aquecida para a natação; cadeiras próprias para o treinamento de basquete, atletismo, arremesso de peso; entre outras. Também é necessário a disponibilidade de transportes adaptados.
  Apesar das dificuldades, há trabalhos voltados a esse público sendo desenvolvidos em Londrina. Um bom exemplo é o projeto: ‘‘O Esporte na Saúde e na Qualidade de Vida das Pessoas com Paraplegia por Lesão Medular’’, que conta com a participação de professores e alunos dos cursos de Educação Física e Fisioterapia da UEL.

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