Tempo integral

Minha prioridade seria implementar escolas em tempo integral, método adotado em países europeus, nos Estados Unidos e outros. Nesses países, você não vê crianças nas ruas, porque elas estão na escola.
Hoje, de 35% a 40% das mães são chefes de família, e não têm como deixar de trabalhar para ficar com seus filhos. Porém, crianças a partir de 6 anos não são mais aceitas em creches públicas.
Ou seja, dos 6 aos 11 anos, idade em que ela ainda precisa da supervisão de um adulto, muitas vezes a criança precisa ficar em casa sozinha, pois a mãe não tem como deixar de trabalhar, nem recursos para pagar uma babá.
A escola teria de fornecer transporte e alimentação, e, além do currículo normal, ofereceria aulas de música, culinária, esportes, informática. Haveria uma seleção de estudantes, priorizando os que têm mães que trabalham fora, são solteiras ou viúvas, e chefes de família.
Os recursos para tanto viriam, entre outros, de medidas de redução de gastos, como a diminuição de cargos comissionados.

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