Saúde decide futuro de serviços
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terça-feira, 17 de maio de 2011
Loriane Comeli <br> <br> Reportagem local 
A Prefeitura de Londrina definiu as medidas que irá adotar para os serviços de saúde hoje executados pelos institutos Gálatas e Atlântico, que estão na mira do Ministério Público por suspeita de corrupção de seus dirigentes e agentes públicos.
Segundo o diretor executivo da Secretaria de Saúde, Márcio Nishida, a decisão do município é municipalizar a Policlínica, contratar empresas, através de licitação, para gerenciar o Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (Samu) e a Central de Regulação de Leitos, e firmar termos de convênio e cooperação técnica para os serviços de DST/Aids, Central de Internação Domiciliar (CID) e Programa Saúde da Família.
Segundo Nishida, as medidas foram apresentadas ontem ao Conselho Municipal de Saúde. ''Neste caso, não é necessária a aprovação do conselho. As medidas serão apenas informadas aos conselheiros.''
O diretor não soube dizer quanto custará cada serviço como as novas formas de execução, já que a empresa de consultoria deverá terminar apenas hoje estudo encomendado pelo município. ''A ideia é que todas as medidas estejam concretizadas até 8 de junho, quando vencem os termos de parceria com os institutos Atlântico e Gálatas'', estimou.
Hoje, o serviço de DST/Aids e o Programa Saúde da Família, que tem aproximadamente 500 funcionários, são executados pelo Instituto Gálatas; o Instituto Atlântico é responsável pelo Samu, com cerca de 120 trabalhadores, a CID e a Central de Leitos, com aproximadamente 50 funcionários.
Nishida explicou que o termo de convênio é diferente do termo de parceria. ''Nesta nova modalidade, a prefeitura escolhe quem prestará o serviço, sem licitação, mas a empresa deve prestar contrapartida.'' Os outros serviços serão contratados por licitação na modalidade de pregão presencial.


