RUTH BOLOGNESE
Dois bonitinhos
O PMDB que está fazendo salamaleques para o reitor da UFPR, Carlos Moreira Júnior, como candidato à Prefeitura de Curitiba, vai ter que se dividir. O atual secretário estadual de Esporte, Ricardo Gomyde (foto), bem mais bonito (e mais jovem) do que o reitor, é a carta na manga do patrono Roberto Requião para atacar, sem dó, Beto Richa, também mais bonito (e mais jovem) do que o reitor.
Com tudo isso, a conclusão é: pobre do reitor Moreira, que já sai na condição de candidato mais feinho da campanha.
Em Cuba, com Fidel
O diretor-geral da Itaipu Binacional, Jorge Samek, segue em breve para Cuba. Vai falar sobre energia hidráulica para os companheiros da ilha.
Boa notícia para a PUC-PR
Uma decisão do Tribunal de Justiça do Paraná garantiu a legitimidade da Aliança Saúde como dona da Santa Casa de Curitiba. Um grupo de médicos da Santa Casa questionava as negociações feitas pela Aliança, que pertence à PUC-PR.
Em Brasília
E um grupo de altos funcionários da PUC-PR está em Brasília tentando provar ao MEC que houve erro do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade 2007), ao colocar o curso de Direito da instituição entre os nove piores do Paraná.
O erro, garante a PUC, foi no número de bacharéis aprovados no exame da OAB-PR.
E a explicação?
Foi mesmo uma surpresa a inclusão do curso de Direito como um dos piores do Estado numa universidade que tem sete cursos de doutorado. E a PUC continua devendo uma resposta oficial, e definitiva, sobre o assunto. Dizer que os alunos boicotaram as provas ou se esconder atrás de grandes anúncios na imprensa local, não resolve a questão.
Ao contrário, só complica.
Sem aumento
A juíza Danielle Nogueira Mota, da 2 Vara Cível de Paranaguá, deu razão ao Sindicato dos Portuários, que questiona o reajuste de 21,30% das tarifas portuárias feito pela Appa em janeiro de 2007. A decisão saiu ontem.
Vovó Nana perdeu mais uma.
Quase uma injustiça
Quase se comete uma injustiça sem tamanho neste pedaço de latifúndio jornalístico que se mantém aqui, aos trancos e barrancos: a promessa era revelar o nome do assessor de um político paranaense apelidado de ''Jader''.
Isso, não porque é mal como era o personagem da novela, mas porque tem como função arrumar ''namoradas'' para o chefe.
'Jaders' pra dedéu
E, vejam que coisa, foi só tocar no assunto e começaram a chegar listas com nomes de políticos paranaenses e seus respectivos ''Jaders''. Foram tantos nomes, que nem se uma página inteirinha da FOLHA fosse disponibilizada, seria suficiente.
Sabe aquelas listas de devedores do INSS que de vez em quando se publica, em letras minúsculas, numa página de jornal? Então, iguaizinhas.
Conclusões
Diante de tal cenário, há que se tirar três lições deste episódio:
1. Para se manter no emprego, um assessor de político tem que entender, além de política, também de relações (epa!)... afetivas.
2. Político paranaense, hoje, é um sujeito tão ocupado, coitado, que depende de terceiros até na hora da gata, quer dizer, da onça, beber água.
3. E diante de um fato incontestável, tão pouco espaço de jornal para tantos ''Jaders'', está coluna relaxou. Nada de publicar nomes. Só o apelido. Por enquanto.
Alerta
Atenção pais ou responsáveis por jovens e adolescentes, principalmente de médias e grandes cidades do Paraná. Tem um novo golpe na praça, numa versão mais sofisticada dos recentes sequestros por telefone.
De moto e carro
Acontece mais ou menos assim: um motoqueiro assalta ou finge assaltar o adolescente na rua e em seguida chega um carro, com dois ocupantes, espanta o motoqueiro e oferece apoio à vítima. Estão todos de combinação e o objetivo é sequestrar a própria vítima, que, assustada e indefesa, aceita qualquer ajuda.
A galera que se esperte.
Daltônicas
De conhecimento profundo
No recreio, a guria aponta o colega e dispara um ''sai daí, inergúmeno''. Diante da dúvida sobre o significado da palavra, um terceiro chega, explica na hora e ainda tripudia: ''Inergúmeno é quem não come legumes, ô dãããã...''





