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Viram o que aconteceu com a ponte interrompida na BR-101 Norte, no trecho carioca, na semana passada? Pois o próprio Exército brasileiro foi lá, montou uma ponte metálica em menos de uma semana e o Departamento Nacional de Infra Estrutura de Transportes (DNIT) já iniciou a construção definitiva de outra ponte. Terá o dobro de tamanho da primeira, e ficará pronta em 4 meses.

É preciso!
Enquanto isso, a ponte Capivari-Cachoeira, na BR-116, que caiu em janeiro deste ano, ou seja, há quase um ano, continua em pista única e tão mal sinalizada que em novembro um motorista morreu num acidente no local.
E a ponte caída está justamente na grande rodovia do Mercosul, que liga o Paraná e todo o Sul a São Paulo e ao resto do País.

Sem forças
Bem, num Estado como o Paraná em que, mesmo sem detectar um mísero foco de febre aftosa, é feito de bobo há um mês pelos técnicos do ministério da Agricultura, vai se esperar o quê?

A porta de entrada
O grande líder da oposição na Assembléia Legislativa, deputado Valdir Rossoni, PSDB, reconhece que o seguro feito pela Secretaria de Educação com a Interbrazil foi, de fato, insignificante. O importante, segundo ele, é que através da Fundepar, desde 2004, a empresa ligada ao PT já vinha se achegando ao Governo do Paraná.

Mistérios paranaenses
Ainda permanece em segredo a identidade dos lobistas locais da Interbrazil que, em dois anos, passou por cima de grandes seguradoras da Copel e do Porto de Paranaguá.

Jogar pra cima
Na qualidade de líder da oposição na Assembléia, onde o governo Roberto Requião tem ampla maioria, Rossoni usa da esperteza para chamar a atenção: joga na mídia toda e qualquer denúncia que aparece e o que sair, vira lucro.
Mais ou menos como age o jornalismo que tenta ser independente em relação à corrupção no Brasil.

Contra Palloci
O senador Álvaro Dias, PSDB, está muito bem no papel de caçador de corruptos. Ontem, informou que recebeu do vereador Nicanor Lopes, do PSDB de Ribeirão Preto, um extenso dossiê contra o ministro da Fazenda, Antônio Palocci, com desvios que chegam a R$10 milhões na prefeitura.

Comentários de vizinha
Sabe que aqui em Curitiba uma cunhada da vizinha, que mora em Ribeirão Preto, contou que a fama do ministro Palocci lá não é boa não. O povo todo desconfia muito dele. O senador Álvaro Dias deveria conversar com essa vizinha. E depois, ir para Ribeirão.
Pode se dar bem.

Paranaense no STF
Um paranaense, Vladimir Passos de Freitas, ex-presidente do TRF (Tribunal Regional Federal) da 4 Região, deverá ser o próximo ministro do Supremo Tribunal Federal. Pesquisa feita pela Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil) apontou Passos de Freitas com 62% de apoio.

Nome de rua
O último paranaense a ocupar um cargo desta envergadura em Brasília foi Ubaldino do Amaral Fontoura, que hoje é nome de uma das principais ruas de Curitiba.
Vladimir Passos de Freitas atuou como juiz federal durante anos no Paraná e lecionou na Faculdade de Direito de Curitiba. A família dele mora aqui até hoje.

CEF fora do ar
A Caixa Econômica Federal, o banco-cidadão do governo Lula, anda um desastre no atendimento de quem mais precisa. Ontem, nas agências de Curitiba, o tal sistema ficou fora do ar praticamente o dia inteiro.
O coitado do cidadão que foi lá retirar o PIS, aposentadoria e por aí vai, ficou a ver navios.
O nome disso é incompetência generalizada.

Natal na fronteira
O feriado marcou o início da temporada de compras de Natal na Ciudad Del Este: o movimento de sacoleiros triplicou na fronteira e assim será até a véspera de Natal.
O objeto de desejo da classe média é a TV de plasma. É o que mais se procura.

Daltônicas
De feriados
Sozinho em casa, o executivo improvisou seu próprio almoço: esquentou o arroz congelado, fritou um ovo, colocou uma fatia de queijo por cima e espalhou maionese. Para beber, Coca-Cola.
Saiu tão turbinado como se tivesse tomado ''Diabo Verde''.

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