Contas a pagar


Quem entende, já fez as contas: essa brincadeirinha do prefeito Beto Richa (PSDB) de baixar a tarifa do transporte coletivo na Capital por conta própria está custando algo em torno de R$ 1 milhão e meio/mês aos cofres da prefeitura, o que significa algo em torno de R$ 25 milhões/ano.


Puro subsídio


Como a prefeitura não ganhou na loteria, nem casou com marido rico, esta conta vai sobrar mesmo para os curitibanos. E se fosse só a conta, ainda vá. O pior é o estrago que pode (e deverá) causar em todo o sistema de transporte coletivo, com uma frota de ônibus totalmente sucateada e um sistema de transporte caótico, de Vans e afins, como se vê em qualquer cidade brasileira hoje.

Empresários contentes


É claro que redução no preço da tarifa sempre agrada um monte de gente. Os empresários, por exemplo, que pagam Vale Transporte para 40% da massa de trabalhadores da Capital,estão mais felizes do que nunca. Copiou?


Férias em família


O presidente do PMDB, deputado Dobrandino Silva, mais seu filho, Sâmis, assessor especial do Palácio Iguaçu e as respectivas senhôras, estão gozando férias nas paradisíacas praias de Maceió e Recife. Nada mal para um funcionário público, como Sâmis, contratado há seis meses pelo governo, depois de um período de depressão pós-derrota à prefeitura de Foz.


Estranhos assaltos


Em complemento à uma informação publicada aqui sobre um misterioso avião que desceu em Londrina às vésperas da reeleição de Nedson Micheleti, o correspondente para Assuntos Misteriosos informa: um assalto também às vésperas da reeleição, ocorrido no apartamento do secretário e presidente do PT de Londrina, Jacks Dias, rendeu ao ladrão R$ 200 mil em dinheiro vivo.
Não tirou a sorte grande, o ladrão?


Cofre cheio


Em Curitiba também tem registro semelhante. Um assalto à casa de uma alta funcionária da prefeitura na gestão de Rafael Greca fez a felicidade de um ladrão que encontrou U$ 70 mil no cofre. E a vítima, num momento de insensatez, deu queixa do roubo dos dólares.
Depois, como sempre acontece, o caso foi abafado e tudo ficou por isso mesmo.


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Mais oito andares


Mudanças no Centro Cívico. O edifício-sede do Tribunal de Justiça do Paraná, com 10 andares, vai receber mais 8, conforme planeja o atual presidente, Tadeu Marino Loyola Costa. Inaugurado há 52 anos, junto com o Palácio Iguaçu, sede do Governo, o Palácio da Justiça não tem mais espaço suficiente para atender a todos os órgãos do Judiciário.


Estrutura pronta


Os oito andares poderão ser acrescentados sem problemas porque o prédio foi planejado, inicialmente, para ter 36 andares. É que os engenheiros daquele tempo imaginavam que Curitiba chegaria ao Século 21 com cara e jeito de New York.

Projeto para Brasília


O ex-prefeito Cássio Taniguchi está montando um projeto de governo para a Capital Federal. Será entregue ao candidato do PFL para a próxima campanha eleitoral. Desafio maior: integrar a cidade de Brasília com as cidades satélites, onde se espalham 4 milhões de pessoas e antes que se transformem numa imensa baixada fluminense.
Cássio vai sugerir incentivo à informática, como opção para uma cidade distante dos grandes centros consumidores.


Taillerzinhos


Leitor atento comenta que, ao contrário do que foi publicado aqui ontem, as Casas Bahia não vendem taillerzinhos, mais afeitos às Casas Pernambucanas. Está certo ele. Mas a comparação das Casas Bahia com a Daslu não está totalmente equivocada. Além de roupas de marcas (e que marcas!) a Daslu vende de objetos de decoração a helicópteros.
E, segundo o Ministério Público, tudo com sonegação de imposto.


Daltônicas


De precauções
Jornalista experiente, ele só se identifica como professor ou empresário, com preferência pelo professor. É para não espantar as boas fontes de informação, aquelas que fazem confidências sem saber com quem estão falando.

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