Curitiba - "Desse roteiro só conheço a Universidade Federal e quero ficar longe do resto", brinca o deputado estadual Tercílio Turini (PPS). O deputado de Londrina diz que não conhece bem a capital, mas que também não iria num passeio desses. "Depois de quase dois anos de Lava Jato é natural uma curiosidade, mas daí a virar lazer, de jeito algum."
Mas há quem ache interessante e até elogie. "Olha como o brasileiro é criativo: reage a uma situação caótica criando um case de negócio", avalia o pastor Edson Praczyk (PRB). Ele conta que faria o passeio e sugere um "display" com a imagem em tamanho real do juiz Sérgio Moro. "Seria a selfie mais disputada", diverte-se.
"Eu ainda incluiria a Vila Osternack, que é uma comunidade carente no Sítio Cercado, para todo mundo ter em mente os efeitos da corrução", diz Felipe Francischini (SD). Mesmo sendo de Curitiba, ele não conhece alguns dos pontos do roteiro e faria o tour. "É curioso. Não nego que faria sim", avalia. "Está certa a agência que descobriu um modo de lucrar com pessoas impressionáveis", avalia Requião Filho (PMDB). (C.B.)

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