Curitiba - O secretário geral do PMDB-PR, Luiz Cláudio Romanelli, segundo o procurador do MP federal, Paulo Girelli, aparece no inquérito como recebedor mensal entre julho de 2000 e fevereiro de 2001 de R$ 9.208. O sigilo bancário de Gomes Júnior foi quebrado pela Polícia Federal. O secretário do PMDB, que deixou a presidência da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar) em março deste ano para disputar a eleição para deputado estadual, confirmou os recebimentos e justificou que eram um ''empréstimo pessoal feito ao Paulinho e não re  Curitiba - O secretário geral do PMDB-PR, Luiz Cláudio Romanelli, segundo o procurador do MP federal, Paulo Girelli, aparece no inquérito como recebedor mensal entre julho de 2000 e fevereiro de 2001 de
R$ 9.208. O sigilo bancário de Gomes Júnior foi quebrado pela Polícia Federal.
O secretário do PMDB, que deixou a presidência da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar) em março deste ano para disputar a eleição para deputado estadual, confirmou os recebimentos e justificou que eram um ‘‘empréstimo pessoal feito ao Paulinho e não referente a desvio de verba’’. Romanelli foi padrinho de casamento de Gomes Júnior. ‘‘Eu nem era deputado na época. Como eu poderia fazer parte disso?’’, indagou. Gomes Júnior atualmente é subgerente da Cohapar em Paranavaí. A reportagem da Folha ligou para a Cohapar de Paranavaí, mas não conseguiu contato com o acusado.
  Outras duas pessoas constam da denúncia do MP federal como recebedoras do dinheiro desviado: a jornalista Rosângela Chrispim Calixto, na época assessora de imprensa da liderança do PMDB e atualmente produtora da TV Educativa do Paraná (formalmente ela ocupa o cargo comissionado no governo do Estado de assistente da Casa Civil), e Tani Lemos Prado Colaço, esposa do ex-deputado estadual e ex-prefeito de Irati (135 quilômetros ao norte de União da Vitória), Antonio Toti Colaço Vaz. A reportagem da Folha foi informada que Tani estaria viajando. Já Rosângela atendeu o telefonema da reportagem, porém afirmou que não vai se pronunciar sobre a acusação.
  A jornalista é acusada também de usar o nome de sua mãe, Elza Calixto, para obter restituição de imposto de renda. A denúncia do MP federal tramita do Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ªRegião, em Porto Alegre, e está nas mãos do desembargador Luiz Fernando Wowk Penteado. (A.B.)ferente a desvio de verba''. Romanelli foi padrinho de casamento de Gomes Júnior. ''Eu nem era deputado na época. Como eu poderia fazer parte disso?'', indagou. Gomes Júnior atualmente é subgerente da Cohapar em Paranavaí. A reportagem da Folha ligou para a Cohapar de Paranavaí, mas não conseguiu contato com o acusado.
Outras duas pessoas constam da denúncia do MP federal como recebedoras do dinheiro desviado: a jornalista Rosângela Chrispim Calixto, na época assessora de imprensa da liderança do PMDB e atualmente produtora da TV Educativa do Paraná (formalmente ela ocupa o cargo comissionado no governo do Estado de assistente da Casa Civil), e Tani Lemos Prado Colaço, esposa do ex-deputado estadual e ex-prefeito de Irati (135 quilômetros ao norte de União da Vitória), Antonio Toti Colaço Vaz. A reportagem da Folha foi informada que Tani estaria viajando. Já Rosângela atendeu o telefonema da reportagem, porém afirmou que não vai se pronunciar sobre a acusação.
A jornalista é acusada também de usar o nome de sua mãe, Elza Calixto, para obter restituição de imposto de renda. A denúncia do MP federal tramita do Tribunal Regional Federal (TRF) da 4 Região, em Porto Alegre, e está nas mãos do desembargador Luiz Fernando Wowk Penteado. (A.B.)

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