São Paulo - Em crítica às tentativas de acordo para as CPIs dos Correios, do Mensalão e dos Bingos, o governador do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto (PMDB), afirmou que ''o país não aceita que nada seja varrido para baixo do tapete''. ''É hora de ver quem errou e quem não errou, de punir exemplarmente aqueles que cometeram erros, onde estiverem - no Executivo, no Legislativo, nas estatais, na iniciativa privada'', disse Rigotto ontem pela manhã.
Para o governador, a imprensa tem de ficar atenta às tentativas de acordo nos bastidores e denunciá-las. ''A última coisa que deveria ocorrer é não termos o aprofundamento das investigações. Se, no Congresso Nacional, houver muita gente para perder mandato, que perca. O Congresso vai continuar existindo como instituição'', afirmou. Rigotto disse ainda que a unificação das investigações poderá trazer benefícios aos trabalhos. ''Está ficando muito claro que o ideal seria termos uma só CPI, em vez de três.''

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