Depois da reunião com os secretários municipais no seu primeiro dia de trabalho, o novo prefeito de Londrina Joaquim Ribeiro (PSC) confirmou as três primeiras mudanças da equipe e deu sinais de quem deve ficar, pelo menos por enquanto. Na Saúde, segue trabalhando Edson Antonio de Souza, que até já participou de agenda oficial ontem à tarde com Ribeiro. Também há forte tendência de que outra pasta bastante cobiçada, a Sercomtel, fique como está, sob o comando do advogado Marcelo Cortez. ''Conversamos bastante e posso garantir apenas que estou à disposição para trabalhar'', disse Cortez, evitando confirmar a permanência.
Na Secretaria de Fazenda volta o contador Lindomar Mota dos Santos, que já passou pelo Planejamento, Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU), além da própria Fazenda. Ele vai para o lugar do servidor Fábio Campos. Na pasta de Obras, outro retorno foi confirmado com a indicação do engenheiro Marcello Teodoro para o lugar de Bruno Moricawa. ''A gente sabe dos compromissos assumidos e temos que dar sequência'', falou Teodoro. A jornalista Célia Baroni assume o lugar de José Otávio Ereno na Secretaria de Comunicação. As mudanças devem ser oficializadas através da publicação hoje dos nomes no Jornal Oficial do município.
A primeira determinação do prefeito para o secretariado foi a elaboração de um relatório que deverá ser apresentado nos próximos dias, elencando os projetos em andamento. ''Eles apresentaram um relatório verbal hoje e pedi para apresentarem um relatório mais aprofundado para que a gente comece a tabalhar'', disse o prefeito. Apenas André Nadai (CMTU) e Bruno Moricawa (Obras) não participaram da reunião.
Vereadores
Também na manhã de ontem, depois do encontro com os secretários, Joaquim Ribeiro recebeu vereadores que foram dar as ''boas vindas'' ao chefe do Executivo. Segundo o presidente da Câmara, Gerson Araújo (PSDB), o relacionamento entre os poderes deverá ser de aproximação, diferente do que ocorria com Barbosa Neto. ''Nós teremos um relacionamento, talvez, mais aproximado, porque nestes 150 dias ele vai precisar da nossa ajuda'', disse o tucano. Dos 19 parlamentares, 11 foram ao gabinete.

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