Curitiba - O ex-governador do Estado e candidato ao Senado, Roberto Requião (PMDB), conhecido por chamar parentes para cargos na administração pública, resolveu mostrar o apoio da sua família logo na abertura do seu programa na TV, ontem. A ideia era, segundo o peemedebista, dar ''singeleza'' ao seu espaço na TV, aproveitando para questionar os gastos ''milionários'' das campanhas eleitorais tradicionais. Sua equipe técnica, sustentou Requião, são seus dois filhos e sua mulher, Maristela, à frente do Museu Oscar Niemeyer (MON), em Curitiba. Na segunda metade do seu tempo, Requião quis apresentar números e programas da sua gestão e, rapidamente, mostrou uma imagem sua com o presidente Lula (PT).
Requião também foi figura presente no horário destinado aos candidatos a deputado estadual, quando atacou os adversários, ao falar que a maioria dos parlamentares que venderam o Banestado estão hoje ''nas outras coligações''.
Já a candidata ao Senado Gleisi Hoffmann (PT), que, assim como Requião, também integra a chapa encabeçada por Osmar Dias, resolveu usar logo na estreia na TV um depoimento gravado do correligionário Lula. A petista priorizou, contudo, um tema que já tinha sido tratado na sua campanha eleitoral ao Senado em 2006: a aposentadoria para as donas de casa que não tiveram como contribuir. (C.S.)

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