Curitiba Agora é o PSB que concentra sua artilharia contra o PMDB de Roberto Requião. No horário eleitoral gratuito de ontem, a coligação PSB-PGT levou ao ar vídeo antigo em que o empresário e ex-governador Paulo Pimentel (PMDB), hoje candidato a senador na chapa de Requião, refere-se a seu cabeça de chapa como uma pessoa ''emocionalmente instável''.
O PTC, partido vinculado ao deputado estadual Tony Garcia (PPB), adversário direto de Pimentel, também continua no pé do peemedebista. Ontem, o PTC criticou o fato de Pimentel ter escolhido seu genro Luis Mussi para ser seu suplente no Senado. Foi o PTC que atacou Pimentel por receber três aposentadorias, há algumas semanas.
Requião, que anteontem pediu formalmente providências do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra os ataques que tem sofrido, se defende como pode. No horário, o candidato agradece aos paranaenses pela força e pelas orações. ''As agressões que eu sofro são as agressões que o (presidenciável Luiz Inácio) Lula (PT) tem sofrido.'' Requião criticou ainda os que ''não querem largar o poder''.
O departamento jurídico do PMDB não pretende recorrer à Justiça Eleitoral contra o uso do vídeo em que aparece Pimentel. A avaliação, segundo a assessoria de imprensa, é que não haveria tempo hábil para julgar o pedido do PMDB.

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