Requião assume PMDB no Paraná
Requião assume PMDB no Paraná
José Fernando da Silva
Arquivo FolhaSem rivalRoberto
Requião:
chapa
única para
a presdiência
do partido
depende
apenas da
homologaçãoO PMDB do Paraná realiza na manhã deste domingo, no plenário da Assembléia Legislativa, sua convenção estadual para homologar o nome do senador Roberto Requião como o novo presidente do partido. Hoje pela manhã, os militantes do partido fazem uma homenagem ao ex-presidente Itamar Franco, no restaurante Estrela, em Curitiba.
O senador Roberto Requião já prometeu apoiar a eventual candidatura de Itamar Franco à presidência da República. Mas caso o Diretório Nacional decida realizar uma prévia para escolher um nome para candidato a presidente, Requião promete concorrer.
Apenas uma chapa foi registrada para disputar a convenção estadual do PMDB. A chapa denominada Governador Roberto Requião encerra um período de divisões internas do PMDB paranaense e prepara o partido para as eleições deste ano. Deixa a presidência do partido o ex-governador Mário Pereira.
Segundo o vice-presidente do partido, Milton Buabssi, são esperados 2000 militantes na homenagem a Itamar e 800 convencionais para a homologação da chapa que tem como candidato único a presidente o senador Roberto Requião, pré-candidato do partido ao governo do Paraná. Buabssi disse que o PMDB está fechando alianças com os partidos menores, como o PCB, PCdoB, PSN, PV, PSL e que espera definições para os próximos dias para a aliança com PT e PDT.
Estamos conversando com todos que estão na oposição, inclusive com o PSDB, que participa de nossas reuniões. Buabssi avalia como boas as chances de seu partido se coligar com PT. É um partido que tem militância e que pode contribuir muito para a eleição de Requião, constata Buabssi.
Buabssi informou que o PMDB já está com a chapa de candidatos a deputado fechada para as eleições deste ano. São 81 candidatos a deputado federal e 45 a estadual.
Dirigentes - A direção estadual do PDT obteve ontem do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) resposta à consulta sobre a necessidade da desincompatibilização de presidentes e dirigentes de partidos políticos que pretendem disputar as eleições de 4 de outubro. Diz o parecer que a investidura em cargos dos órgãos centrais da direção partidária, como os diretórios e comissões executivas, não geram inelegibilidade alguma, visto que os partidos políticos são pessoas jurídicas de direito privado, mas que percebem recursos públicos através de fundo partidário.





