REPERCUSSÃO

‘‘Estou chocado. Era um político e homem insubstituível. Ele representava a consideração entre a classe política, teve grande atuação como presidente da Câmara. Luís Eduardo teve e tem o respeito do País’’.
Jaime Lerner, governador (PFL)
‘‘Com a notícia da morte, em tão pouco tempo, de dois grandes brasileiros, o governo federal e o País sentem perdas imensuráveis. Com a morte de Luís Eduardo Magalhães, o PFL perde um dos seus mais importantes quadros’’.
Cássio Taniguchi, prefeito de Curitiba (PFL)
‘‘Era um rapaz de primeira qualidade, e dele posso dizer que era meu amigo. Sua morte foi trágica. Luís Eduardo Magalhães era um grande sujeito, um bom companheiro de parlamento. A exemplo do que foi Sérgio Motta, era um grande brasileiro. O Brasil perde com sua morte. Nada tenho a dizer sobre o futuro’’.
Roberto Requião, senador pelo PMDB-PR
‘‘O Luiz Eduardo era uma pessoa enérgica, firme, um bom amigo. Tivemos essa semana dois desfalques gigantescos: ele e Sérgio Motta. É um impacto danado. Ele andava sempre para preservar a saúde. Olha uma notícia assim faz a gente parar e repensar a vida da gente’’.
Luiz Carlos Hauly, deputado pelo PSDB-PR

‘‘O Brasil perde muito com a morte de Luiz Eduardo. Nós tivemos um relacionamento muito estreito durante a campanha do presidente Fernando Henrique Cardoso. Ele era uma pessoa acessível e tinha um comportamento irretocável e inatacável’’.
José Eduardo de Andrade Vieira, senador e presidente nacional do PTB
‘‘No meu primeiro mandato nós moramos no mesmo prédio. Era nosso adversário e disputávamos o tempo todo. Agora Luiz Eduardo tinha virtudes incontestáveis. Era um deputado que respeitava a oposição e um homem de palavra. O governo sai atrapalhado essa semana. Foi uma dupla tragédia’’.
Paulo Bernardo, deputado pelo PT-PR
‘‘O Luiz Eduardo era meu irmão fraterno. Um dos deputados mais ligados a ele. Luiz Eduardo era um grande articulador, uma pessoa extremamente confiável, tinha brilho próprio, fazia acontecer. É uma perda irreparável. Com a morte dele e de Sérgio Motta, o governo terá problemas para aprovar as reformas no Congresso.’
Deputado Abelardo Lupion, deputado pelo PFL-PR
‘‘Apesar de ser sempre um adversário do pai (ACM), tinha uma grande amizade com o deputado Luís Eduardo Magalhães, meu amigo Dudu, desde muito antes da Constituinte (1988). Nos encontramos agora, em 2 de fevereiro, em Salvador, festa de Iemanjá, e conversamos muito, sobre diversos assuntos, e, logicamente, sobre seu futuro político. Dudu não era intolerante, expressava o espírito das novas lideranças na política brasileira. Seu traço mais marcante era o lado árabe, da mãe - a conciliação, o espírito de concórdia. Dudu, meu amigo, tinha uma grande caminhada. Tinha uma tendência de centro, não prevalente no corpo do PFL, que lhe dava dignidade. O Brasil perdeu um grande político, eu perdi um grande amigo.’’
Hélio Duque, economista e ex-deputado federal pelo Paraná

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