Antonio Carlos Magalhães O presidente do Senado, Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA), disse que o PFL não vai lutar pelo Ministério das Comunicações, com a morte do ministro Sérgio Motta. ACM disse que Motta desempenhou ‘‘um trabalho excelente no ministério’’. Mas completou: ‘‘Um trabalho excelente que foi facilitado pelos antecessores, até mesmo do governo militar’’. Segundo ele, isso fez com que o processo de privatização ocorresse rapidamente. ACM acompanhou o enterro de Motta. À entrada do cemitério, disse que tinha muitas divergências com Motta. ‘‘Mas convergimos também’’, ressaltou. ‘‘Não posso negar que Motta teve um papel importante para que eu chegasse à presidência do Senado; assim, sinto-me em débito com ele’’, completou.
O governador do Rio Grande do Sul, Antônio Britto (PMDB), disse, ao chegar ao velório do ministro Sérgio Motta que ‘‘Motta era uma pessoa rara e incomum. Era um homem obsessivo, apaixonado, franco e leal’’.Junto com o governador, chegou também o ministro da Agricultura, Francisco Turra, que ressaltou que o ex-ministro deixou um legado grande para o País: a democratização do setor de Telecomunicações.

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