REPERCUSSÃO
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2002
Agência Folha 
Leia abaixo algumas opiniões sobre a decisão do TSE de unificar as coligações dos partidos nas eleições deste ano:
- RAMEZ TEBET (PSDB-MS), presidente do Senado: Essa decisão vai bagunçar as negociações dos partidos (visando alianças nas eleições).
- LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA, presidente de honra do PT, pré-candidato à presidente da República: Eu nem suspeito, constato que houve uma aberração nesta decisão. Ou o TSE quer obrigar todo mundo a ir para o lado do governo ou é difícil imaginar que os partidos que não estejam organizados nos Estados possam arrumar candidato. Foi uma decisão descabida.
- JORGE BORNHAUSEN, presidente nacional do PFL: Quem ganha eleição é voto e não regra. Quem tem voto é Roseana (Sarney), governadora do Maranhão e pré-candidata do partido. Ela vai ganhar a eleição com qualquer regra.
- ANTHONY GAROTINHO, governador do Rio de Janeiro e pré-candidato à Presidência pelo PSB: A decisão do TSE muda as regras do jogo no meio do campeonato, vai obrigar os partidos a reverem suas estratégias. A decisão coloca o atual quadro político quase na estaca zero, mas não muda em nada a minha disposição de disputar a Presidência. É uma decisão diferente da adotada pelo TSE nas eleições de 1998, o que é uma incoerência.


