O presidente do Legislativo londrinense, Orlando Bonilha (PL), já avisou que a Mesa Executiva vai ''seguir o exemplo de cima'', ou seja, do Congresso Nacional, para definição das mudanças no recesso parlamentar. Pela decisão já aprovada em Brasília, o recesso cai de 90 para 55 dias. Em Londrina, dois projetos de lei que tratam do assunto divergem em relação ao prazo: a proposta de Marcelo Belinati (PP) pede 30 dias, e as de Tercílio Turini (PPS) e Maria Ângela Santini (PT), 55 dias.
''Nós da Mesa deveremos dar encaminhamento conforme decisão da Câmara Federal, mas o Plenário é quem vai deliberar'', definiu.
Sobre os projetos que devem movimentar o Legislativo neste primeiro semestre, o vereador destacou as seis matérias que compõem o Plano Diretor as quais devem estar aprovadas até o final do semestre e veto da administração municipal ao projeto de concessão do serviço de água e esgoto no município. A matéria aprovada com as alterações propostas pela Câmara foi vetada na pelo vice-prefeito Luiz Fernando Pinto Dias (PT), no início de janeiro, quando ele assumiu a administração interinamente.
''Acredito que vá sair ainda muita discussão, e também que o prefeito nos encaminhe nos próximos dias uma nova proposta, caso derrubemos o veto'', disse Bonilha. O próprio vice-prefeito admitiu que nova matéria poderia ser redigida sobre o assunto, mas ontem a assessoria de imprensa da Prefeitura negou que houvesse qualquer reunião oficial do prefeito Nedson Micheleti com os parlamentares, no período de recesso, da mesma forma que nenhum segundo projeto estaria em elaboração. (J.G.)

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