Ratto é colocado em liberdade
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quarta-feira, 25 de maio de 2011
Loriane Comeli <br> Reportagem Local 
Com parecer favorável do Ministério Público, a juíza da 3Vara Criminal, Oneide Negrão, revogou a prisão preventiva do ex-conselheiro municipal de saúde, Marcos Ratto, e colocou em liberdade mais três envolvidos nas investigações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) que resultou na operação Antissepsia.
Além de Ratto, foram colocados em liberdade os contadores que prestariam serviços ao Instituto Atlântico, André Augusto de Oliveira e David Garcia de Assis, e arquiteta Márcia Maria Bounassar, que era gerente de projetos da mesma entidade e teve a prisão decretada ontem.
Segundo o advogado de Ratto, Petrônio Cardoso, a juíza permitiu que seu cliente responda o processo penal em liberdade porque é réu primário, tem endereço fixo e ''contribuiu de maneira importante com a elucidação das denúncias''.
O advogado de André Oliveira, Alessandro Cogo, também destacou o fato de seu cliente ter respondido a todos os questionamentos do Ministério Público como um fator importante para a soltura. ''Não subsistiam os motivos para manter a prisão'', declarou. O contador estava detido desde 10 de maio. Anteontem, prestou longo depoimento aos promotores do Gaeco, mas o conteúdo das declarações não foi revelado.


