Os militares morreram ao cair em uma emboscada, na província de Ain Defla, organizada por um comando terrorista, presumivelmente do Grupo Islâmico Armado (GIA), cujo líder nacional, Antar Zuabri, foi morto em 8 de fevereiro na região de Argel pelos serviços de segurança.
O guarda foi decapitado por outro grupo terrorista na aldeia de Ued Soa, na província de Relizan.
A vítima tentava socorrer uma jovem que os terroristas iriam sequestrar, segundo testemunhas.

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