PSTU promete fazer campanha pelo voto nulo
Curitiba Os partidos menores dão sinais de que não pretendem subir em palanque de outro candidato caso as eleições ultrapassem 6 de outubro. O PSTU promete ousar, fazendo, no segundo turno, uma campanha pelo voto nulo.
Claudemir Figueiredo, candidato do PSTU, avalia que Alvaro Dias e Roberto Requião representam ''o mesmo''. ''Ambos já estiveram no poder e não favoreceram os trabalhadores nem a juventude'', disse.
Figueiredo avisa que a campanha do voto nulo será feita mesmo que o cenário mude, com Beto Richa (PSDB) no segundo turno. A única hipótese de apoio seria ao PT de Padre Roque Zimmermann. ''E ainda assim, não há uma posição fechada, pois eles têm o apoio do PL'', frisou Figueiredo.
Considerando a disputa entre Alvaro e Requião, o presidente do Prona estadual, Ernani Moreno, disse que, neste momento, não apóia nenhum. ''Não fizemos coligação no primeiro turno porque as propostas não bateram. Teríamos que avaliar, ver qual seria o menos nocivo'', afirmou Moreno, candidato a deputado estadual.
A postura indecisa é compartilhada por outras silgas pequenas. O PSD não definiu posição, mas existe um empecilho de antemão: o presidente do partido no Estado, Onaireves Moura, tem desavenças com Alvaro. O PRTB de Jamil Nakad é outro que não tem definição. O candidato do PSB, Severino Nunes de Araújo, foi igualmente evasivo. ''Não falamos sobre isso (segundo turno)''.





