São Paulo Terminada a apuração oficial do segundo turno das eleições de domingo, os partidos de sustentanção do atual governo PSDB e PMDB podem ser considerados os grandes vitoriosos nas disputas pelo poder Executivo nos Estados. E terão, a partir de janeiro, que conviver com o governo federal do PT, capitaneado pelo presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva.
O maior número de governos ficou com o PSDB, 7: São Paulo, Minas Gerais, Ceará, Pará, Paraíba, Goiás e Rondônia. Além do grande número, os tucanos vão comandar ainda dois dos três Estados mais importantes do País, em termo econômicos e de número de habitantes: Minas e São Paulo.
O PMDB vem logo a seguir com cinco governadores eleitos: Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Pernambuco e Brasília. Os peemedebistas vivem situação conlitante, porque venceram o PT em locais importantes como o Rio Grande do Sul e Brasília; e ao mesmo tempo devem ao apoio de Lula as vitórias no Paraná e em Santa Catarina.
O PFL, outro partido que apoio o governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e teoricamente iria para a aposição de Lula, elegeu quatro governadores: Bahia, Maranhão, Sergipe e Tocantins. O PSB de Anthony Garotinho consegui avançar e ficou igualmente com governadores em quatro Estados: Rio de Janeiro, Alagoas, Espírito Santo e Rio Grande do Norte.
A seguir veio o PT, com eleitos em Mato Grosso do Sul, Acre e Piauí. O PDT elegeu governador apenas no Amapá. O PPS elegeu em dois Estados: Amazonas e Mato Grosso. Em Roraima, o governador é do PSL.
As disputas mais acirradas do segundo ocorreram em Santa Catarina com o candidato Luiz da Silveira (PMDB) vencendo o atual governador Esperidião Amin (PPB) com uma diferença de menos de 1% dos votos , em Brasília e no Ceará. Neste Estado, a diferença entre o vencedor Lúcio Alcântara (PSDB) e José Airton (PT) foi de pouco mais de 3 mil votos.

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