Curitiba - Como é de praxe em debates, os candidatos aproveitaram perguntas relativas a programas de governo para provocar os adversários. Foi o caso, por exemplo, do assunto pedágio, que ao ser citado dava munição para a oposição atacar a continuidade da cobrança, apesar de o governador Roberto Requião ter usado o bordão ''ou baixa ou acaba'' em 2002. Osmar Dias insistiu nessa tecla, lembrando que, além de o pedágio subir, foi no governo Requião que começou a cobrança na praça da Lapa.
Na prática, os ataques tentam mobilizar o eleitor, que anda desmotivado em relação à campanha. Na opinião do professor Antonio Celso Mendes, do departamento de Ciências Políticas da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Paraná, a campanha eleitoral não tem empolgado os eleitores. ''A rua está limpa, mas o eleitor está frio'', analisou, referindo-se às restrições da Justiça Eleitoral à propaganda.

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