A promotora da 8ª Vara Criminal de Maceió, Failde Mendonça, negou ontem ter recebido pressões para se afastar das investigações sobre as mortes de Paulo Cesar Farias e Suzana Marcolino. ‘‘Nunca recebi pressão, nem nunca fui ameaçada’’, garantiu. Ela classificou como procedimento de rotina o seu pedido de afastamento por quatro meses para tratamento de saúde.
‘‘A licença foi solicitada para começar no dia 15 de setembro, mas a Procuradoria-Geral de Justiça só autorizou o meu afastamento a partir de 1º de outubro’’, afirmou. Sobre o tratamento a que irá se submeter, disse apenas que ‘‘é coisa de mulher’’.
Depois de 11 meses de trabalho, Failde devolve até amanhã os dez volumes do inquérito sobre o caso à Secretaria de Segurança Pública do Estado de Alagoas.

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